O feminicídio no Brasil é a face mais extrema da violência de gênero.
- Valeria Abatemarco

- 23 de jan.
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O feminicídio no Brasil é a face mais extrema da violência de gênero. Apesar de avanços legais — como a Lei do Feminicídio (2015), que reconhece o assassinato de mulheres motivado por machismo, controle, ciúme ou violência doméstica —, os números continuam altos. A maior parte das vítimas é morta por parceiros ou ex-parceiros, dentro da própria casa, após um histórico contínuo de agressões que muitas vezes é invisibilizado.
Esse tipo de crime não ocorre de forma isolada: é resultado de desigualdades estruturais, cultura patriarcal e dificuldades de acesso a proteção eficaz. A falta de políticas públicas consistentes, a subnotificação e a insuficiência de abrigos e delegacias especializadas agravam o cenário.
Falar sobre feminicídio é essencial para romper o silêncio que sustenta essa violência. A conscientização, a educação sobre igualdade de gênero, o fortalecimento da rede de proteção e a responsabilização efetiva dos agressores são passos cruciais para transformar a realidade e garantir que nenhuma mulher seja morta por ser mulher.




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